RALACOCO -  Rádio Laboratório de Comunicação Comunitária

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O FESTISESI

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Artistas populares de todo o Brasil se reúnem em Brasília, de 23 a 28 de janeiro de 2007, no Centro Cultural SESI – Taguatinga – Brasília – DF, para transmitir seus saberes e celebrar com o público a diversidade da cultura popular brasileira. É o 3° FESTISESI, projeto realizado pelo SESI – Serviço Social da Indústria E Ponto de Cultura Invenção Brasileira.
Educação popular para a formação cidadã. Essa é a proposta do Festival que, em comemoração aos 60 anos de atuação do SESI, referência em educação no país, homenageia o grande educador Paulo Freire, com o tema Paulo Freire: Artesão da Emancipação – Educação e Cultura Popular.
Serão seis dias de intensa movimentação popular com música, dança, teatro, oficinas de saber e fazer, rodas de prosa, seminário, mostra de cinema, exposição de arte e vida, apresentações de cantos de trabalho e feira de convivência. A proposta é fortalecer a criação de um espaço de trabalho, lazer e difusão de saberes populares por meio da transmissão de conhecimentos sobre a nossa cultura tradicional.
A ligação entre o SESI e o Ponto de Cultura Invenção Brasileira começou em 2004, depois da montagem de dois espetáculos teatrais com o grupo de teatro do SESI. Desde então, em uma parceria frutífera, deram início ao projeto FESTISESI – O Trabalhador e a Cultura Popular, que aproxima artistas populares e público a partir de uma grande celebração.

Isso é um texto copiado na maior cara-de-pau do release do FESTISESI. se quiser mais informações, vai pro site deles, cabra!!

Contra a captura da Anatel pelos interesses privados

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Nomeação de Alexandre Jobim, advogado da Abert, para vaga no Conselho Diretor da agência fere a independência administrativa do órgão, responsável por arbitrar conflitos entre grupos de mídia e operadoras de telecomunicações

A situação em que se encontra a Agência Nacional de Telecomunicaçõ es (Anatel) é uma conseqüência direta da falta de uma política estratégica do governo Lula para a área das Comunicações. A agência arrecada, por ano, mais de R$ 2 bilhões com o Fundo de Fiscalização das Telecomunicaçõ es (Fistel) e seu orçamento realmente executado em 2006 não chegará a R$ 300 milhões. O restante é indevidamente retido para fins de superávit primário. Assim, boa parte das iniciativas inerentes à agência só acontece de forma reativa, em especial as ações de fiscalização.
Atualmente, parte do corpo funcional da Anatel é formada por integrantes do quadro da Telebrás, em uma situação que foi considerada provisória pelo Tribunal de Contas da União (TCU). Dessa forma, cria-se um clima de instabilidade em relação ao futuro profissional dessas pessoas. E, ao final do processo de transição, parcela considerável dos funcionários da agência, depois de formados com recursos públicos, pode acabar prestando serviços para operadoras de telecomunicaçõ es e/ou empresas de consultoria do setor.

Marco regulatório
A Anatel opera no interior de um marco regulatório totalmente obsoleto. Tendo como referência o que vem ocorrendo em diversos outros países, notadamente na União Européia, faz-se necessário um novo marco regulatório que transforme a agência, de fato, em um órgão regulador de toda a infra-estrutura e dos serviços de comunicação, baseado não apenas nos princípios de concorrência econômica, mas, principalmente, na defesa dos direitos dos cidadãos e na promoção do direito humano à comunicação.

Escolha dos conselheiros
Como se não bastassem os problemas estruturais que afligem a Anatel, e para os quais o governo Lula não conseguiu traçar uma política, ainda existe a grave situação da escolha de seus conselheiros. Atualmente, a Anatel funciona com apenas três dos seus cinco conselheiros, e uma das vagas se encontra em aberto há um ano. A situação beira o insustentável, porque basta que um único membro esteja ausente para que o Conselho Diretor da agência não possa exercer suas funções deliberativas.
Recentemente, os noticiários da grande imprensa foram tomados por notícias que revelam a pressão do PMDB para ocupar uma das vagas do Conselho Diretor da Anatel. Além dessa indesejável partidarização da agência, a pior informação é a que um dos nomes mais fortes para ocupar o cargo é o de Alexandre Jobim, advogado da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert).

No momento em que a Anatel se vê obrigada a deliberar sobre inúmeros conflitos que envolvem, de um lado, os principais grupos de mídia do país e, de outro lado, as operadoras de telecomunicaçõ es, ter à frente da agência o advogado dos radiodifusores seria ferir de morte a independência administrativa prevista no artigo 8° da Lei Geral de Telecomunicaçõ es. Configuraria- se, neste caso, a captura da Anatel pelos interesses privados da indústria das comunicações. O setor que deveria ser fiscalizado e regulado passa a ser fiscalizador e regulador dele mesmo.

Esperamos que o segundo mandato do presidente Lula seja pautado por uma visão estratégica para as comunicações, onde esteja inserido o processo de re-institucionalizaçã o da Anatel. Como pré-condição, contudo, faz-se necessário evitar nomeações partidarizadas e/ou subordinadas ao interesse do oligopólio privado da mídia.
O Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social reivindica, assim, ao Presidente da República, o cumprimento do programa de governo para as comunicações e a indicação de novos conselheiros para a Anatel que possam representar um projeto de universalizaçã o das telecomunicaçõ es (em especial da banda larga de acesso à Internet), de regulação da concorrência e de enfrentamento dos monopólios e oligopólios privados.

Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social
20 de dezembro de 2006
www.intervozes. org.br
comunicacao@ intervozes. org.br

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Olá amigos, ouvintes, companheiros de ideais, familiares, conTerrâneos, críticos de rádio, e por fim mas não menos importantes, leitores dessa mensagem..

Cá estamos em uma primeira postagem no BLOG, para divulgar o programa La gevilagantoj na radio ralacoco

La Gevilagxantoj (o x indica que tem um acento de chapéu é sobre o segundo g) – lê-se la gue.vi.la.dján.toi) O nome vem do esperanto e traz consigo além da filosofia de ser uma ponte entre todos os povos do planeta valorizando a diversidade cultural, o significado de: os homesn e mulheres que vivem o espírito de vila. O programa propõe-se divulgar as diversas formas de organizações sociais que intencionam repensar a maneira como nos relacionamos comos outros seres vivos, com os recursos naturais, com a Terra e com nós mesmos. La Gevilagxantoj é um program de uma hora e muitos mais minutos de entrevistas e pesquisas sobre ecovilas, comunidades e organizações sociais, apresentado por Ismael e Georgia toda quinta-feira a partir das 20 horas.

Vc pode ouvir pela rádio na FM 101,3 (para quem mora na Asa Norte perto da UnB) ou pela página http://ralacoco.radiolivre.org/ ou http://www.radiolivre.org/ e procura o link ralacoco – escute aqui à direita. Participe dessa revolução… com perguntas, dúvidas, sugestões, ou no tópico “eu quero ser entrevistado”… e-mail e msn do programa: lagevila@hotmail.com ou skype: la.gevila

CONFRATERNIZAÇÃO RALACOCO

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Vc que acha que os apresentadores da RALACOCO tem um perfil sério demais. Mais sério que CBN. Fique sabendo que os Raladeiros também sabem viver a vida:

CONFRATERNIZAÇÃO RALACOCO
SEXTA-FEIRA, 08/12/2006
19 HORAS
NO ANTRO (CA de Antropologia – subsolo da Ala Sul do Minhocão)

Vc q costuma se atrasar, tente chegar antes das 23 horas, pq se não os seguranças podem embassar e não deixar vc entrar no Minhocão !!!

NOVIDADE ! Relato da reunião da Ralacoco em audio.

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Pra vc que tem preguiça de ler email, pra vc que não é da lista da RALACOCO, pra vc q está sem fazer nada vendo putaria e blogs pela internet….escute o relato dúltima reunião da RALACOCO em audio.
Não eskeça de depois mandar comments sobre as questões da reunião e sobre a voz tosca do narrador.

ENTRE AKI

Vozes na TV estréia dia 30 falando de Direito à Comunicação

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No próximo dia 30 de novembro, movimentos sociais, organizações da sociedade civil e ativistas dos Direitos Humanos no Brasil ganham na internet um espaço democrático para exercerem seu Direito à Comunicação.
Entra no ar o programa Vozes na TV, uma produção do Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social para a AllTV (www.alltv.com.br).
O programa será um espaço de debates sobre o Direito à Comunicação, a Democratização da mídia no Brasil e sua importância para a construção de uma sociedade mais igualitária. Será também um ambiente para que movimentos e ativistas levantem suas vozes e ocupem a rede para falar da sua luta e debater sobre como a concentração da mídia e as políticas precárias de comunicação no Brasil interferem na efetivação e garantia destes direitos no país.
O Vozes na TV é semanal e tem uma hora de duração.
Será exibido sempre ao vivo, às quintas-feiras, das 16h às 17h.
O programa de estréia tratará do tema Direito à Comunicação. O convidado Geronino Barbosa, diretor da Rádio Heliópolis (comunidade na zona sula, periferia de São Paulo) fala das barreiras enfrentadas pelas iniciativas de comunicação comunitária no Brasil para conseguirem exercer plenamente seu direito de comunicar. A Rádio Heliópolis passou 13 anos no ar, prestando serviços de utilidade pública à comunidade e desempenhando um papel fundamental para a efetivação de direitos como a saúde e a educação da população local. Tinha uma programação diversa e plural e um papel fundamental na articulação de Heliópolis, até que foi fechada este ano.

Formato

O programa terá três blocos. Um primeiro em que a apresentadora Daniele Ricieri e um/a convidado/a do Intervozes falarão sobre temas da conjuntura da comunicação no Brasil e no mundo, de atualidades no campo da mídia e farão análises críticas da mídia e da cobertura a determinados temas. Outros dois blocos em que serão tratados temas específicos dos movimentos sociais e Direitos Humanos: questão racial, diversidade cultural, questão agrária, direitos das mulheres, diversidade sexual, educação, saúde, participação popular, entre outros.

Como participar

Se você, sua organização, movimento ou coletivo tem uma sugestão de pauta, quadro ou convidados/as para o programa, escreva para vozesnatv@intervozes.org.br
Também é possível participar ao vivo do programa pelo http://www.alltv.com.br
Estréia dia 30 de novembro
Informações:
Bel Mercês – (11) 8202-0981
Daniele Ricieri – (11) 9647-5233
Michelle Prazeres – (11) 8558-0331

I Semana latino-americana dos direitos da infância

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Foi aberta no dia 22 de novembro a I Semana latino-americana dos direitos da infância. A Semana, que até o dia 10 de dezembro promoverá eventos por vários países da América Latina, foi aberta com um seminário que contou com a presença do coordenador geral da ANDI América Latina, Ulisses Lacava.

Lacava apresentou uma pesquisa inédita feita pela ONG América Latina sobre a cobertura dos direitos da infância na região. A pesquisa foi feita com base em matérias publicadas nos principais jornais dos países latino-americanos durante o ano de 2005. Ela revela pontos positivos e negativos sobre a infância e a adolescência na mídia.

Um dos pontos positivos observados pela pesquisa foi o fato de a maioria das matérias analisadas tratarem do tema educação. Segundo Lacava, é importante que a mídia trate esse tipo de assunto, já que isso pode gerar um agendamento das políticas públicas. Foram observados, também, outros avanços significativos. Dentre eles estão: a reformulação de legislações, a implementação de políticas públicas voltadas para a proteção integral da criança e do adolescente e a melhoria de indicadores cruciais.

A pesquisa, porém, revelou muitos pontos negativos relacionados a esse tema. Foi concluído, por exemplo, que as matérias, em média, trataram muito pouco de questões como a de raça, etnia e gênero. Além disso, as notícias, na maioria das vezes, retrataram casos individuais, não enfocando diretamente a necessidade das políticas públicas. Constatou-se, também, um número muito baixo de fontes ouvidas por matéria, e essas fontes, em geral, eram fontes oficiais. Em relação aos dados, a pesquisa observou nas matérias analisadas uma escassez de informações como legislações, soluções de problema e políticas públicas. Quanto ao uso das palavras, 17% das matérias brasileiras analisadas utilizavam termos pejorativos.

A pesquisa apresentada no seminário da ANDI mostra que a mídia latino-americana ainda precisa aprender a usar seu poder de agendar políticas públicas. Há muito o que ser melhorado no que diz respeito à cobertura dos fatos. E isso vale não apenas para os direitos da infância.




I Semana Latino-Americana dos Direitos da Infância

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Evento de lançamento da publicação Derechos, Infancia y Agenda Pública: Un Análisis Comparativo de la Cobertura Periodística Latinoamericana, que apresenta os resultados inéditos do monitoramento do conteúdo de 121 jornais da região.

O lançamento faz parte da programação da I Semana Latino-Americana dos Direitos da Infância, um conjunto de encontros organizados pela ANDI em parceria com as demais Agências que integram a Rede.

Data: 22 de novembro
Hora: 9h30 às 12h
Local: Auditório 3 da Faculdade de Saúde (entrada da Direção), Campus Universitário Darcy Ribeiro, Universidade de Brasília (UnB).
Mais informações: http://www.andi.org.br/_ftp/convite_eletronico_port.html ou clique no arquivo abaixo.


Exposição Anti-Crime

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Dia 21 de novembro, na Casa da América Latina (Setor Comercial Sul) acontece a exposição da organização Anti-Crime. Desde outubro, a organização realiza mobilização que conta com o apoio de outros grupos. Aconteceram oficinas de fotografia, desenho, moda, música e rádio. Confira!

A verdade: Juliana faz esportes

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Juliana Mendes (seg. à esquerda), quando criança, e seus primeiros campeonatos de Natação.
Hoje, Juliana compete internacionalmente, coleciona várias medalhas, e esconde isso de seus amigos e amigas.